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Anglo American promove a inserção das mulheres na mineração

A Empresa celebra o dia internacional da mulher contando histórias das mulheres em suas operações

Para que um novo talento seja descoberto, basta uma oportunidade; e cada vez mais, a habilidade de muitas mulheres para o trabalho na mineração tem aflorado por meio das possibilidades que a Anglo American oferece as profissionais de diversos ramos, idades e localidades, em suas operações no Brasil e no mundo.

Na figura da presidente, Cynthia Carroll, o universo feminino se faz presente na Companhia, de modo contundente. “Precisamos de mais mulheres engenheiras, geólogas, especialistas em metalurgia, e também que tenham a habilidade para dirigir caminhões e operar maquinários”, afirma Cynthia, para quem a maior presença feminina no dia a dia de nossas unidades, pode trazer benefícios para um setor tradicionalmente desenvolvido por homens. 

A folha de empregados da Anglo American Brasil, representada pelas unidades de negócio Níquel e Minério de Ferro e manganês, conta com 10 a 12% de mulheres, e uma delas é a operadora de produção B Jullyene Cipriano. Nascida em Barro Alto, ela tem 21 anos e opera o rompedor hidráulico e a empilhadeira de minério no Projeto Barro Alto.

Treinada por meio de parceria da mineradora com o Senai da cidade vizinha, Niquelândia, onde a Anglo American também conta com operação de níquel, ela começou no mundo da mineração há 1 ano e 2 meses, aproximadamente. "Não conhecia nada da área, soube que haviam entrevistas para os cursos, e então me inscrevi para aprender sobre a pirometalurgia. No laboratório ainda não dava para ter a noção do que era trabalhar diretamente com a máquina, mas hoje estou totalmente adaptada e muito feliz", relata.

Julyenne quer servir de exemplo a outras mulheres, para derrubar os tabus que cercam áreas ainda dominadas por homens. "Claro que estranharam a minha presença no começo, já que era a única mulher na área, mas o respeito sempre predominou, e hoje todos sabem que tenho plena capacidade de realizar a função. E se eu conquistei meu espaço, trabalhando em uma grande empresa, todas nós podemos conquistá-lo; o que precisamos é correr atrás dos nossos sonhos, e superar os obstáculos, que sempre vão existir", conclui.

Marli Moura Uchoa e Roziclei Bezerra da Silva também chamam a atenção nos trilhos do Amapá. Da rodovia para a ferrovia, as mulheres trabalham hoje na Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil. Há um tempo atrás, cada uma delas desfilava pelas estradas brasileiras conduzindo ônibus e caminhão, hoje, continuam sendo referências de pioneirismo no Norte.

Além de mães, avós e namoradas, Marli e Roziclei são operadoras ferroviárias e futuras maquinistas. “Fui a primeira motorista de ônibus do Amapá, mas não tinha conhecimento sobre mineração e ferrovia. É uma coisa nova, estou encantada. Cada dia quero aprender mais”, conta Marli.  A dificuldade e o desafio de serem as duas únicas mulheres, numa equipe composta por sessenta homens, passam despercebidos quando se tem a vontade de ir mais longe. “Sinto-me muito valorizada. Quando comecei, aqui no estado, fui bastante discriminada. Hoje, a Anglo American abre as portas para mulheres, quebra tabus e mostra seu diferencial”, lembra Roziclei.

A trajetória não foi fácil para essas mulheres que foram cobradas além da necessidade. A admiração nos rostos das pessoas ainda existe. Entretanto, a vontade e a capacidade de surpreender expectativas são motivos de alegria e muito orgulho. “Batalhei e lutei muito para entender o que estava acontecendo. Fácil não foi, mas hoje choro de felicidade e agradeço por tudo que passei. Com a cobrança, acabamos nos transformando nas melhores”, relata Marli.

E o recado, para as que sonham atuar no que gostam, está na ponta da língua. “Nós mulheres estamos superando várias dificuldades, mostrando nossos valores, enfrentando os preconceitos. Hoje, podemos dizer que vencemos. Estamos no caminho certo”, assegura Roziclei.

As histórias das mulheres que trabalham na Anglo American são prova da força que a diversidade ganha, dia após dia, no ambiente profissional, na sociedade e na cultura brasileira. A Anglo American tem orgulho de participar desse processo de transformação e fomentar a inclusão feminina na mineração - essa é a homenagem prestada pela Anglo American a todas as mulheres neste 8 de março.