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Desenvolvimento sustentável

Nossa abordagem

Princípios Voluntários em Segurança Patrimonial e Direitos Humanos

A Anglo American assina o Voluntary Principles on Security and Human Rights (Princípios Voluntários sobre Segurança e Direitos Humanos) desde 2005. Como preparação, dedicamos um tempo considerável à realização de avaliação de risco e montagem dos materiais necessários para implementar os princípios no nível do site.

Voluntary Principles logo

Esses princípios oferecem uma estrutura que nos possibilita manter nossos empregados e ativos seguros em todas as instalações da Anglo American, sem afetar de modo adverso os direitos humanos de nossos vizinhos. Os princípios ajudam nesses esforços proporcionando-nos as melhores práticas para a realização das avaliações de risco de segurança envolvendo uma série de acionistas. Além disso, eles orientam nossas relações com as forças de segurança do país anfitrião, incluindo exército, polícia e milícia pública.

Igualmente importante é a orientação dos princípios quanto à seleção e treinamento de empresas de segurança privada, bem como a garantia de sua responsabilidade.

De forma mais ampla, os princípios são úteis também no tratamento de situações potencialmente voláteis que podem surgir de disputas ou divergências industriais com grupos de comunidades locais.

Desde que aderimos aos princípios, mantemos uma equipe treinada em todas as nossas instalações quanto à melhor forma de aplicá-los em nossas operações. Monitoramos sua aplicação por meio de um sistema específico de relatórios mensais.

Os Princípios Voluntários, lançados no final do ano 2000, surgiram por meio de um movimento envolvendo vários interessados, incluindo a participação da Anistia Internacional, do Human Rights Watch e do Pax Christi. Atualmente, a maioria das empresas mineradoras e de extração de petróleo e gás líderes de mercado está envolvida com este movimento.

Na reunião dos Ministros do G20 em 2006, o presidente do Conselho da Anglo American, Sir Mark Moody-Stuart insistiu para que os governos dos países em desenvolvimento tornem-se mais envolvidos no processo como uma forma de promover as boas práticas.

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